Projeto #mamaesembarriga – Diástase Abdominal

 

Diástase Abdominal, condição que acontece na região do abdome, podendo interferir na qualidade de vida, atinge diversos grupos da população, entre eles as gestantes, idosos e obesos.

Após o parto, uma média de 30% das mulheres continuam com essa distensão abdominal exagerada, favorecendo o aparecimento da “barriguinha de grávida”, diminuindo sua auto estima e sua qualidade de vida, levando muitas delas à depressão ou às mesas de cirurgia plástica.

 

Mas o que é e porque acontece a DIÁSTASE ABDOMINAL??

O abdômen, com sua estrutura de músculos e fáscias, forma uma espécie de cinturão responsável por manter os órgãos abdominais em seu lugar e proteger todo conteúdo da cavidade abdominal. Estes tecidos são importantes, também, pois participam da respiração, ajudam na postura, nos movimentos do tronco, na estabilização da coluna e, ainda, contribuem para as funções que envolvem a tosse, espirro, evacuação e trabalho de parto (Lee et al, 2008; Sapsford, 2004).

Nas mulheres, a diástase é causada pela gravidez, obesidade ou idade (em associação com flacidez abdominal). Na gravidez, o útero aumentado de tamanho estira o abdômen para dar espaço ao crescimento do bebê e pode favorecer essa separação das duas grandes bandas paralelas do reto abdominal. Algumas condições favorecem o aparecimento da diástase nas grávidas como: maior idade da mãe, flacidez prévia, ganho de peso aumentado (da mãe e/ou bebê), exercícios abdominais “agressivos” após o 1o trimestre, gestações múltiplas, cesariana, etc. Em geral, nas pequenas diástases, ocorre uma resolução após 6 semanas do parto (Boissonnault, 1998), mas se bem reabilitado, o abdômen pode garantir boa função, mesmo existindo uma separação maior (Lee et al, 2008).

Pensando nisso, considerando que também sou mãe, e sei exatamente quais expectativas, medos e anseios nos permeiam no que diz respeito à “estética pós parto”, criei o projeto #mamaesembarriga aplicando uma técnica que eu desenvolvi e chamei de técnica A.M.A.R. – Associação de Métodos para Abdominais Respiratórios, onde associei várias manobras, em uma ordem progressiva de complexidade, para atuar junto à essas mulheres na condição de pós parto, de forma que elas possam retomar sua qualidade de vida e auto estima.

Assim, com esse projeto #mamaesembarriga e com a técnica A.M.A.R. – Associação de Métodos para Abdominais Respiratórios, desenvolvida à partir de estudos e conhecimentos de Cinesiologia, Biomecânica, Anatomia Humana, Fisiologia, entre outros, serão aplicados e ensinados exercícios específicos e técnicas de respiração, que favoreçam o estímulo neuromuscular na região abdominal, a consciência corporal e a postura, visando o fortalecimento dos músculos profundos do core, como o transverso do abdome e os músculos do assoalho pélvico.

O QUE FAZER AGORA?

Agora que você já sabe o que é e também que é reversível, o próximo passo é me CONTRATAR para aplicar e te ensinar a técnica A.M.A.R – Associação de Métodos para Abdominais Respiratórios através de encontros semanais por um período, para que, ao final, o (a) cliente seja capaz de realizá-los sozinho.

Organizada em grupos ou individualmente, ensinarei as técnicas, primeiro com exercícios respiratórios, e à partir daí, outros exercícios que serão realizados junto com os exercícios respiratórios já assimilados anteriormente.

O objetivo do projeto e da técnica A.M.A.R – Associação de Métodos para Abdominais Respiratórios, é devolver a qualidade de vida e a auto estima, através de uma mudança nos hábitos de vida, que a pessoa irá levar para sempre.

 

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